Rascunho do Evangelho de Marcos será apresentado ao povo em janeiro

Rascunho do Evangelho de Marcos será apresentado ao povo em janeiro

Os missionários Jean e Rozinete Piuna – que há um mês residem em Boa Vista por conta da adoção da filha Suzana – vão apresentar ao povo ingaricó, em janeiro, o primeiro livro da Bíblia traduzido para a língua nativa de mais de 1500 indígenas do extremo norte do Brasil. Trata-se da primeira versão, ou rascunho – como é chamado pelos tradutores – que terá agora sua compreensão testada entre os falantes da língua.

O trabalho está sendo feito a partir da tradução do evangelho em akawaio pelo Instituto Wycliffe na Guiana. O akawaio é uma língua próxima ao ingaricó. “É como português e espanhol”, explica Jean. “Apesar da proximidade, o povo ingaricó tem muito orgulho do que chamam de língua pura. Muitos sabem identificar as palavras que foram incorporadas de outras línguas e existem iniciativas do povo para preservar seu idioma”, afirma. Segundo Jean, os ingaricós compreendem bem o akawaio, o que favorece o trabalho de revisão da adaptação.

Outro ponto positivo desse trabalho é que à medida em que a tradução e adaptação são feitas, um software cria um dicionário com os termos utilizados e palavras chaves que podem ser aplicadas em novas traduções.

Foco na tradução – O ministério da MEVA entre a etnia ingaricó sofreu muito com a falta de obreiros. Jean e Rozinete reabriram o posto em 2004 com o alvo de traduzir a Bíblia para o povo.  Antes os contatos eram feitos por meio de visitas missionárias, clínicas de saúde e treinamento de alguns indígenas. A entrada do casal na região foi facilitada pelo contato de Rozinete e de sua família com os ingaricós. Rozinete cresceu nas proximidades das aldeias, filha de um fazendeiro branco e uma indígena macuxi.

“Boa parte do povo compreende português, devido ao contato que tem com as cidades. Mas o vocabulário é limitado. Entre eles, falam em ingaricó”, explica Jean. Ele considera muito importante essa primeira tradução, pois colocará nas mãos do povo um texto para leitura e meditação.

Os missionários Jean e Rozinete Piuna – que há um mês residem em Boa Vista por conta da adoção da filha Suzana – vão apresentar ao povo ingaricó, em janeiro, o primeiro livro da Bíblia traduzido para a língua nativa de mais de 1500 indígenas do extremo norte do Brasil. Trata-se da primeira versão, ou rascunho – como é chamado pelos tradutores – que terá agora sua compreensão testada entre os falantes da língua.

O trabalho está sendo feito a partir da tradução do evangelho em akawaio pelo Instituto Wycliffe na Guiana. O akawaio é uma língua próxima ao ingaricó. “É como português e espanhol”, explica Jean. “Apesar da proximidade, o povo ingaricó tem muito orgulho do que chamam de língua pura. Muitos sabem identificar as palavras que foram incorporadas de outras línguas e existem iniciativas do povo para preservar seu idioma”, afirma. Segundo Jean, os ingaricós compreendem bem o akawaio, o que favorece o trabalho de revisão da adaptação.

Outro ponto positivo desse trabalho é que à medida em que a tradução e adaptação são feitas, um software cria um dicionário com os termos utilizados e palavras chaves que podem ser aplicadas em novas traduções.

Foco na tradução – O ministério da MEVA entre a etnia ingaricó sofreu muito com a falta de obreiros. Jean e Rozinete reabriram o posto em 2004 com o alvo de traduzir a Bíblia para o povo.  Antes os contatos eram feitos por meio de visitas missionárias, clínicas de saúde e treinamento de alguns indígenas. A entrada do casal na região foi facilitada pelo contato de Rozinete e de sua família com os ingaricós. Rozinete cresceu nas proximidades das aldeias, filha de um fazendeiro branco e uma indígena macuxi.

“Boa parte do povo compreende português, devido ao contato que tem com as cidades. Mas o vocabulário é limitado. Entre eles, falam em ingaricó”, explica Jean. Ele considera muito importante essa primeira tradução, pois colocará nas mãos do povo um texto para leitura e meditação.

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