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		<title>Casal que mais tempo ficou no campo se despede-se da MEVA</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 20:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vicente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando Estevão e Aurora Anderson chegaram ao Brasil, em 1964, a missão chamava-se Cruzada de Evangelização Mundial Secção Riobranquense e tinha apenas cinco anos de fundação. O trabalho pioneiro do casal foi fundamental na abertura e manutenção das frentes de trabalho entre o povo ianomâmi. Estevão foi um grande desbravador e comandou expedições a áreas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando Estevão e Aurora Anderson chegaram ao Brasil, em 1964, a missão chamava-se Cruzada de Evangelização Mundial Secção Riobranquense e tinha apenas cinco anos de fundação. O trabalho pioneiro do casal foi fundamental na abertura e manutenção das frentes de trabalho entre o povo ianomâmi. Estevão foi um grande desbravador e comandou expedições a áreas remotas com o objetivo final de partilhar o Evangelho com os povos não alcançados. Mesmo nos últimos anos, não assumiram o papel de quem apenas faz ‘parte da história’ ou se torna ‘patrimônio vivo’. Até a partida para os EUA, na semana passada, a dedicação e a intensidade do ministério foram marcas desse casal, que se tornou também muito querido pelos povos entre os quais viveu e pelos colegas de ministério.</p>
<div id="post-882" style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Nessa entrevista, eles contam um pouco sobre a chegada ao campo, os desafios dos primeiros anos, sentimento de sentir-se plenamente em casa em uma terra distante, e revelam, sobretudo, uma perspectiva prática e instigante do chamado missionário, a partir do legado de quem viveu quase meio século com as mãos no arado.  Vale a pena assistir!</p>
<p style="text-align: justify;">A entrevista completa (45 minutos) está disponível em DVD. Caso tenha interesse, solicite por e-mail.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=_lu6P_EgpqE" target="_blank"><img class="aligncenter size-medium wp-image-378" title="estevao e aurora" src="http://meva.org.br/wp-content/uploads/2010/06/estevao-e-aurora-300x235.png" alt="estevao e aurora" width="300" height="235" /></a></p>
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		<title>Merenda Escolar chega em tempo de escassez</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 20:28:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vicente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após longas conversas e tentativas mediadas pela equipe de educação da Missão Evangélica da Amazônia, a Escola Yanomami em PalimiU recebeu no mês de maio a merenda escolar, que é direito de todo aluno da rede estadual de ensino. Segundo a Secretaria de Educação, o estado recebe a verba para a merenda e ela está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Após longas conversas e tentativas mediadas pela equipe de educação da Missão Evangélica da Amazônia, a Escola Yanomami em PalimiU recebeu no mês de maio a merenda escolar, que é direito de todo aluno da rede estadual de ensino. Segundo a Secretaria de Educação, o estado recebe a verba para a merenda e ela está disponível para todas as escolas, porém as que ficam localizadas em área de vôo dificilmente são contempladas devido à dificuldade de acesso. O gasto com o transporte da merenda acaba ficando superior ao do próprio alimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa aldeia hoje passa por uma situação difícil. Devido à forte seca que durou mais tempo que o normal, o povo, que vive do plantio de suas roças de mandioca e milho, não tem conseguido êxito em suas plantações, vivendo um momento de fome. Esse fato tem prejudicado a escola, pois as famílias acabam migrando para outros lugares à procura de caça, pesca e outros alimentos. Segundo uma das missionárias que coordena a escola, está complicado cumprir a carga horária pois foi necessário o cancelamento de alguns dias de aula diante desses acontecimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, a chegada da merenda veio em boa hora. Isso contribuiu para que as atividades da escola fossem normalizadas e os alunos pudessem voltar a ter aulas. Nossa preocupação é com a continuidade da entrega dessa merenda, pois infelizmente não há garantias de que isso aconteça.</p>
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		<title>Chuva prejudica apoio à construção de igreja</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 19:54:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vicente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao mesmo tempo que investe na edificação de líderes e pastores, a MEVA tem auxiliado a comunidade de Manoá na construção de um novo espaço para a igreja local. O projeto é resultado do investimento de um empresário cristão do Espírito Santo e está sendo conduzido pelo experiente ‘seu Celestino’.
Nas últimas cinco semanas, foram quatro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao mesmo tempo que investe na edificação de líderes e pastores, a MEVA tem auxiliado a comunidade de Manoá na construção de um novo espaço para a igreja local. O projeto é resultado do investimento de um empresário cristão do Espírito Santo e está sendo conduzido pelo experiente ‘seu Celestino’.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas últimas cinco semanas, foram quatro viagens de Toyota para a comunidade, a 100 quilômetros de Boa Vista, para levar materiais de construção e buscar ‘carradas’ de areia em um igarapé a cinco quilômetros da obra.</p>
<p style="text-align: justify;">A viagem é cansativa e alguns imprevistos costumam complicar a vida das equipes. Há um mês, um dos pneus da caminhonete estouraram na ida e o motor parou de funcionar na volta, já próximo à cidade. Na última viagem, semana passada, a lama, os buracos e a alta no nível dos rios, causada pelas chuvas, dobraram o tempo de viagem e impossibilitaram novos carregamentos de areia.  A boa notícia é que o piso foi concluído e a cobertura também. É animador ver o resultado em meio a tanta<span style="text-decoration: line-through;">s</span> expectativa<span style="text-decoration: line-through;">s</span> e desafios para Manoá!</p>
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		<title>O desafios dos contrastes</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 19:43:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vicente</dc:creator>
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		<category><![CDATA[TREINAMENTO]]></category>

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		<description><![CDATA[As últimas etapas do Micali – Ministério de Capacitação de Líderes – nas comunidades de Mapuera (uai-uai) e Manoá (macuxi e uapixana) tiveram, em extremos opostos , recorde no número de participantes. Mapuera superou sua própria marca ao reunir 138 alunos. Em Manoá foram apenas cinco.
Brian e Cecília Karber estiveram à frente do curso nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://meva.org.br/wp-content/uploads/2010/06/manoá.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-366" title="manoá" src="http://meva.org.br/wp-content/uploads/2010/06/manoá-300x225.jpg" alt="manoá" width="300" height="225" /></a>As últimas etapas do Micali – Ministério de Capacitação de Líderes – nas comunidades de Mapuera (uai-uai) e Manoá (macuxi e uapixana) tiveram, em extremos opostos , recorde no número de participantes. Mapuera superou sua própria marca ao reunir 138 alunos. Em Manoá foram apenas cinco.</p>
<p style="text-align: justify;">Brian e Cecília Karber estiveram à frente do curso nas duas comunidades que têm cerca de mil habitantes. Em Mapuera (noroeste do Pará), praticamente toda a população professa o cristianismo. Em Manoá (a 100 quilômetros de carro de Boa Vista), há igrejas evangélicas e católica; mas o número de pessoas que não mantém nenhum vínculo religioso é muito grande. O desinteresse, a promiscuidade e o alcoolismo são os maiores desafios para os líderes em treinamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a etapa de Manoá, a mãe de um dos alunos faleceu e o curso foi interrompido. Brian teve a oportunidade de falar no funeral. O curso foi retomado no dia seguinte, com a presença do homem que perdera sua mãe.</p>
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		<title>Patrícia Rocha celebra o retorno a Roraima</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 19:30:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vicente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ALEGRIA!!! Estamos de volta. Minha família e eu passamos quatro meses fora de CASA. Fomos a São Paulo para minha mãe fazer novos exames de saúde e uma avaliação sobre uma possível cirurgia na coluna que, graças a Deus, ainda não será necessária.
Durante esse tempo tiramos uns dias de férias para visitar alguns familiares que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">ALEGRIA!!! Estamos de volta. Minha família e eu passamos quatro meses fora de CASA. Fomos a São Paulo para minha mãe fazer novos exames de saúde e uma avaliação sobre uma possível cirurgia na coluna que, graças a Deus, ainda não será necessária.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante esse tempo tiramos uns dias de férias para visitar alguns familiares que não víamos há  anos. A maior parte desse período foi dedicada à divulgação do nosso ministério aqui em Roraima. Visitamos várias igrejas dentro e fora de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente estamos de volta!</p>
<p style="text-align: justify;">Quando cheguei ao campo, contava os meses, dias e horas para rever familiares e amigos. Agora, passados esses 10 anos, algumas coisas mudaram… Não o nosso amor pelos familiares e amigos, que realmente continua o mesmo. Mas agora, quando estamos fora, seja em período de férias ou divulgação,contamos os dias para retornar ao campo.</p>
<p style="text-align: justify;">É interessante como “o campo” na verdade se tornou o nosso lar. O lugar onde me sinto em casa. É onde tenho alvos, sonhos e projetos a realizar. Creio que muito disso seja devido ao cumprimento das promessas do Senhor na vida daquele que obedece e vai aonde Deus mandar.</p>
<p style="text-align: justify;">“E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs [ou mulher], ou filhos, ou campos, por causa do meu nome, receberá muitas vezes mais e herdará a vida eterna.” Mateus 19:29</p>
<p style="text-align: justify;"> Nossos alvos, sonhos e projetos para este semestre são:</p>
<p style="text-align: justify;">- Concluir a revisão da tradução de Efésios;</p>
<p style="text-align: justify;">- Fazer a consultoria de Efésios para poder imprimir e entregar ao povo em Palimi-U</p>
<p style="text-align: justify;">- Iniciar e, se Deus nos permitir, concluir todo o processo que envolve a tradução do livro de Colossenses.</p>
<p style="text-align: justify;">- Continuar as visitas aos indígenas em tratamento de saúde em Boa Vista.</p>
<p style="text-align: justify;">ALEGRIA!!! Estamos de volta. Minha família e eu passamos quatro meses fora de CASA. Fomos a São Paulo para minha mãe fazer novos exames de saúde e uma avaliação sobre uma possível cirurgia na coluna que, graças a Deus, ainda não será necessária.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante esse tempo tiramos uns dias de férias para visitar alguns familiares que não víamos há  anos. A maior parte desse período foi dedicada à divulgação do nosso ministério aqui em Roraima. Visitamos várias igrejas dentro e fora de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente estamos de volta!</p>
<p style="text-align: justify;">Quando cheguei ao campo, contava os meses, dias e horas para rever familiares e amigos. Agora, passados esses 10 anos, algumas coisas mudaram… Não o nosso amor pelos familiares e amigos, que realmente continua o mesmo. Mas agora, quando estamos fora, seja em período de férias ou divulgação,contamos os dias para retornar ao campo.</p>
<p style="text-align: justify;">É interessante como “o campo” na verdade se tornou o nosso lar. O lugar onde me sinto em casa. É onde tenho alvos, sonhos e projetos a realizar. Creio que muito disso seja devido ao cumprimento das promessas do Senhor na vida daquele que obedece e vai aonde Deus mandar.</p>
<p style="text-align: justify;">“E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs [ou mulher], ou filhos, ou campos, por causa do meu nome, receberá muitas vezes mais e herdará a vida eterna.” Mateus 19:29</p>
<p style="text-align: justify;"> Nossos alvos, sonhos e projetos para este semestre são:</p>
<p style="text-align: justify;">- Concluir a revisão da tradução de Efésios;</p>
<p style="text-align: justify;">- Fazer a consultoria de Efésios para poder imprimir e entregar ao povo em Palimi-U</p>
<p style="text-align: justify;">- Iniciar e, se Deus nos permitir, concluir todo o processo que envolve a tradução do livro de Colossenses.</p>
<p style="text-align: justify;">- Continuar as visitas aos indígenas em tratamento de saúde em Boa Vista.</p>
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		<title>Família Taets oferece apoio a ianomâmis em trânsito em Boa Vista</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 19:22:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vicente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A família Taets, que agora reside em Boa Vista, direciona hoje seu ministério a oferecer suporte aos ianomâmis em trânsito na cidade, e pregar o Evangelho a representantes de várias aldeias de línguas próximas.
Quando perceberam que o tempo de voltar para a cidade estava se aproximando, principalmente por conta da idade escolar dos filhos, Elias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A família Taets, que agora reside em Boa Vista, direciona hoje seu ministério a oferecer suporte aos ianomâmis em trânsito na cidade, e pregar o Evangelho a representantes de várias aldeias de línguas próximas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando perceberam que o tempo de voltar para a cidade estava se aproximando, principalmente por conta da idade escolar dos filhos, Elias e Nara Taets começaram a orar por novas maneiras de desenvolver seu ministério.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda na aldeia, alguns indígenas vinham conversar sobre a dificuldade que enfrentavam na cidade quando estavam doentes e tinham que passar um tempo no hospital. Reclamavam principalmente da dificuldade de comunicação com os a brancos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando Elias e Nara se mudaram para a cidade, começaram a fazer visitas semanais à Casa de Apoio à Saúde do Índio (CASAI). Lá pacientes e acompanhantes ficam divididos por etnias e localidades. Desde então eles têm tido oportunidade de dar apoio e levar a palavra de Deus a essas pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse trabalho é muito importante, pois a maioria dos ianomâmis que vêm à cidade não fala português e tem muita dificuldade de comunicar o que estão sentindo aos profissionais de saúde. Por vezes não entendem o diagnóstico e chegam a ficar três meses no hospital à espera de uma vaga para fazer um exame e poder retornar à aldeia. Com isso eles ficam com um grande tempo ocioso e aflitos para estar de volta a suas famílias. O trabalho da família Taets tem oferecido conforto aos ianomâmis e aberto portas para o compartilhar do amor de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Além desse ministério, Elias também tem auxiliado o Curt em Halikato na contrução e ao Josimar em Mucajaí. Elias e Nara estão auxiliando Patrícia Rocha na etapa de verificação da tradução bíblica. Essa fase é quando eles leem os versículos em ianomâmi e comparam com o versículo no idioma original (grego) para conferir o seu significado.</p>
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		<title>Apostilas viajam 10 mil quilômetros</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 19:14:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Para cumprir o objetivo de levar às comunidades indígenas um curso bíblico completo e contextualizado, a equipe do MICALI dedica muita oração, tempo e esforço na confecção de métodos e apostilas. Além da comunicação intercultural, o curso é adaptado e traduzido para  quatro línguas diferentes: sanumá e parimitéri (ianomâmis), português e uai-uai. Em 2010, duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Para cumprir o objetivo de levar às comunidades indígenas um curso bíblico completo e contextualizado, a equipe do MICALI dedica muita oração, tempo e esforço na confecção de métodos e apostilas. Além da comunicação intercultural, o curso é adaptado e traduzido para  quatro línguas diferentes: sanumá e parimitéri (ianomâmis), português e uai-uai. Em 2010, duas novas localidades vão acrescentar ainda as línguas xirixana (ianomâmi) e iecuna.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Até as ‘mãos certas’</strong><strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os cursos são escritos em português. Charles e Julie Champlin, Daniel Teeter e Brian Karber são atualmente os organizadores e redatores do material. Os textos passam por duas pessoas (Márcia Camargo e Sandra Campos) para edição e revisão, e retornam para impressão.</p>
<p style="text-align: justify;">A versão em parimitéri é feita pela equipe do posto com apoio de uma consultora em Boa Vista e um dos líderes da igreja local. Antes de chegar aos sanumás, o texto do curso é enviado por correio ou e-mail para o missionário Donaldo Borgman que vive em Indiana nos EUA. Em Boa Vista, Paulo Silas também trabalha na tradução. </p>
<p style="text-align: justify;">Para os uai-uais, o caminho é semelhante. Roberto e Florine Hawkins, pioneiros entre o povo no fim dos anos 40, ainda dedicam boa parte de suas vidas, em uma cidadezinha no interior do Missouri, EUA, à tradução das apostilas e outros materiais para o povo [+] <a href="http://blogdameva.wordpress.com/videos/50-anos-de-missao/" target="_blank">Clique a assista a história dos pioneiros da MEVA</a></p>
<p style="text-align: justify;">Aí, sim, os cursos em português para macuxis e uaixanas, e as outras versões traduzidas estarão prontos para impressão e xerox – em Boa Vista, Roraima, em uma pequena papelaria a duas quadras da MEVA. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>“Eu também quero saber mais!”</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 19:11:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vicente</dc:creator>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[por Sandra Campos
Quando descemos do avião na aldeia de Halikato-u, não imaginávamos o que estava reservado para nós. Claro! Não foi nada perigoso, mas não foi o que esperávamos. Particularmente achava que encontraria um povo distante e com muita dificuldade em freqüentar as aulas.
Marta Kirsch, Isabel de Oliveira e eu (Sandra Campos) estávamos ali para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Sandra Campos</em></p>
<p style="text-align: justify;">Quando descemos do avião na aldeia de Halikato-u, não imaginávamos o que estava reservado para nós. Claro! Não foi nada perigoso, mas não foi o que esperávamos. Particularmente achava que encontraria um povo distante e com muita dificuldade em freqüentar as aulas.<br />
Marta Kirsch, Isabel de Oliveira e eu (Sandra Campos) estávamos ali para uma visita de doze dias com o objetivo de fazer uma avaliação pedagógica e orientação dos professores.<br />
<a href="http://meva.org.br/wp-content/uploads/2010/06/img_0090.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-349" title="Nair e Kasis" src="http://meva.org.br/wp-content/uploads/2010/06/img_0090-1024x768.jpg" alt="Nair e Kasis" width="287" height="229" /></a>O trabalho na escola começou com os missionários André Marques e Curt Kirsch. Hoje, André é o responsável por esse ministério e pela atenção à saúde da comunidade. Antes da escola ser oficializada, ele e Curt davam as aulas, mas agora, o ianomâmi maithá Kasis e sua esposa Nair foram contratados para essa função. André ainda dá as aulas junto com os dois até que eles possam fazer isso sozinhos. Curt é o responsável pela manutenção do posto e também pela saúde. Os dois se revezam mensalmente.<br />
Durante aqueles dias ajudamos os professores na organização das aulas, nas chamadas e ensinamos algumas coisas importantes para que eles pudessem dar continuidade ao trabalho. Levei seus contratos para serem assinados e conversamos bastante sobre a importância de cuidar bem da escola. Avaliamos cada aluno individualmente e observamos que, mesmo tendo tão pouco tempo de contato com a escrita, os alunos em geral têm se desenvolvido bem.<br />
O interesse em aprender nos surpreendeu. Pela manhã observamos as crianças e os homens. E à tarde as mulheres chegavam com seus filhos pendurados nas costas com o auxílio de uma tipoia tecida em fio de algodão. Às vezes era impossível dar aula com tanta criança chorando ao mesmo tempo, mas se elas não desistiam nem se incomodavam, por que nós nos incomodaríamos? Um dia amanheceu chovendo e fomos para a escola achando que ninguém viria. Para nossa surpresa, as crianças chegaram e, mesmo com muito frio, participaram da aula com animação. A chuva apertou e Kasis nos disse que talvez os homens não viessem. Novamente, para nossa surpresa, uma fileira de pessoas com folhas de bananeira na cabeça chegou à escola para mais um dia de aula. À tarde, não foi diferente com as mulheres.<br />
Demos algumas aulas para os professores e vimos sua alegria quando entendiam um conceito, uma operação numérica, a separação das sílabas, enfim, quando aprendiam. Kasis nos surpreendia a cada dia, exclamando: “Muito bom!” Quando começamos as aulas, tínhamos levado um pouco de material já preparado. Kasis ficou tão surpreso que nos disse: “Eu também quero aprender mais”. Ele tem o desejo de aprender sempre mais, seja na escola ou sobre Jesus. Foi escolhido por sua capacidade de liderança, mas academicamente ainda é como os seus alunos.<br />
<a href="http://meva.org.br/wp-content/uploads/2010/06/img_0066.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-350" title="povo reunido" src="http://meva.org.br/wp-content/uploads/2010/06/img_0066-300x225.jpg" alt="povo reunido" width="300" height="225" /></a>Aos domingos nos reunimos para o culto e vimos aproximadamente 80 pessoas sentadas nos banquinhos, louvando a Deus e atentos às histórias bíblicas que Curt preparava. Depois eles nos chamavam para fazer reunião. Ouvimos do interesse em ver a escola crescer e que eles entendiam como isso era importante. Mas o que mais nos chamou a atenção foi o desejo de conhecer mais de Jesus. Eles nos diziam: “Outros não querem ouvir. Jogaram Jesus fora, mas nós queremos. Nós queremos Jesus.”<br />
Depois dessas reuniões, nos sentávamos ao redor da mesa e nos perguntávamos como isso seria possível? Não esperávamos encontrar um povo com tanto interesse em aprender não só a ler e escrever, mas também em conhecer a Deus. Isso foi maravilhoso! Não é comum encontrar tanto interesse entre o povo ianomâmi, mas ali foi diferente! Deus, com certeza, me ensinou algo que eu não esperava. Pensando assim, faço minhas as palavras do Kasis: “Eu também quero aprender mais.”</p>
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		<title>EM TERRA E À DERIVA</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 19:02:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vicente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No início de abril, seis missionários passaram por experiências marcantes e inimagináveis até então. Daniel Teeter e Ademir dos Santos, Mimica, estavam na aldeia sanumá em Auaris, ensinando um dos cursos bíblicos do MICALI; Jacqueline Santos e Maria Rosa Monte na aldeia ninam de Ericó, onde prestavam assistência educacional e evangelística à comunidade; e Estêvão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No início de abril, seis missionários passaram por experiências marcantes e inimagináveis até então. Daniel Teeter e Ademir dos Santos, Mimica, estavam na aldeia sanumá em Auaris, ensinando um dos cursos bíblicos do MICALI; Jacqueline Santos e Maria Rosa Monte na aldeia ninam de Ericó, onde prestavam assistência educacional e evangelística à comunidade; e Estêvão e Aurora Anderson na aldeia de Mucajaí despedindo-se dos ninam, antes de se aposentarem após mais de 45 anos de ministério entre ianomâmis. Um dia antes do planejado para Asas de Socorro retirá-los da mata, o avião teve problemas que levaram os vôos a parar por dez dias. Como o conserto iria demorar muito, Asas de Socorro decidiu trazer um outro avião de Manaus para Boa Vista. Depois de vários dias, tentando conseguir providenciar os documentos para trazer o avião e obter a permissão para voar na área ianomâmi, ficou claro que nenhuma das duas soluções aconteceria logo. Enquanto isso, os missionários nas aldeias, que tinham provisões apenas para o tempo programado, estavam começando a ficar sem comida. Jac e Rosa se encontravam em uma situação especialmente delicada e desconfortável, porque estavam alojadas na escola da aldeia. Como os dias foram-se passando e não havia uma solução à vista, Asas e Meva decidiram enviar um táxi aéreo para resgatar os missionários. Um amigo da Missão é piloto de táxi aéreo. Sem dúvida, sua ajuda foi muito bem vinda por todos.</p>
<p style="text-align: justify;">Como dá para perceber, Asas de Socorro é parte vital do ministério. Desde o início, temos sido muito abençoados através dessa parceria entre as duas missões. Asas é o canal que, de certa forma, mantém a vida nas áreas isoladas onde os missionários residem. Nós somos muito gratos por sua ajuda e pela constante disposição em servir. Orem por eles, especialmente nestes dias em que estão com necessidade de mais obreiros e os pilotos enfrentam uma consequente sobrecarga de responsabilidades.</p>
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		<title>Divulgação</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 18:56:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Dentre as funções de Edson e Myriam da Silva, a partir da Convenção Anual de março de 2010, está o ministério de divulgação da MEVA. Depois da primeira viagem, realizada entre 23 de março e 30 de abril, quando visitaram cinco seminários e seis igrejas, nos estados de Goiás e Pará, ouvimos o relatório em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dentre as funções de Edson e Myriam da Silva, a partir da Convenção Anual de março de 2010, está o ministério de divulgação da MEVA. Depois da primeira viagem, realizada entre 23 de março e 30 de abril, quando visitaram cinco seminários e seis igrejas, nos estados de Goiás e Pará, ouvimos o relatório em parte animador, por causa do interesse demonstrado por alguns, e, por outro lado, surpreendente e desafiador, diante da constatação de que a Missão Evangélica da Amazônia ainda é muito pouco conhecida. No entanto, eles conseguiram estabelecer algumas parcerias que possibilitarão a vinda de estagiários que, se o Senhor permitir, poderão tornar-se missionários da MEVA em um futuro próximo, atendendo à grande necessidade do campo.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Edson, a pergunta que ficou foi: <span style="color: #ff0000;">“Como podemos tornar esse ministério mais conhecido, para que mais pessoas possam se envolver, direta ou indiretamente?”</span> Certamente, a resposta é através de mais divulgação. Se, vocês que já participam do ministério da MEVA, já são nossos parceiros, estiverem dispostos a colaborar com esse propósito, em sua igreja ou até mesmo junto a outras igrejas ou grupos familiares de sua região, entrem em contato conosco que faremos chegar às suas mãos o material necessário.</p>
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